Instabilidade de Solo, Desapropriação e Complexidade Urbana
O Gerenciamento de Riscos em projetos na Vila Sônia é essencial, dada a complexidade geológica da região e as incertezas urbanísticas. Os riscos técnicos incluem a instabilidade de solo (comum em zonas de encostas e fundos de vale) e a necessidade de fundações profundas (como estacas raiz ou hélice contínua), que podem aumentar o custo e o tempo do projeto. O risco de desapropriação (remanescente das obras do metrô e de expansões viárias) ou de litígio com vizinhos devido a vibração e ruído durante a fase de escavação e cravação de estacas também deve ser mapeado e mitigado.
Estratégias de Mitigação: Seguro de Risco de Engenharia e Planejamento de Vizinhança
A estratégia de mitigação de riscos começa com a engenharia. A realização de sondagens e estudos geotécnicos aprofundados é a base para o Gerente de Projetos elaborar um Plano de Resposta a Riscos robusto. A transferência de risco é feita através da contratação de seguros de risco de engenharia abrangentes. No âmbito urbano, a mitigação de conflitos com a vizinhança é proativa: a realização de laudos cautelares de vizinhança (vistoria das propriedades adjacentes antes do início da obra) e a criação de um canal de comunicação direto para gerenciar reclamações são passos cruciais que evitam paralisações judiciais (o maior risco de tempo e custo).
O Gerenciamento de Riscos deve mapear a instabilidade de solo e o potencial conflito com a vizinhança. A mitigação é feita com estudos geotécnicos aprofundados, seguros de risco de engenharia e laudos cautelares para proteger o ativo de litígios.
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