Projeto Hidrossanitário no executivo deve ser rigoroso e adaptado às condições do litoral. Além do dimensionamento das tubulações de água fria, água quente e esgoto (seguindo a NBR 8160 e 5626), o projeto detalha a localização exata das caixas d'água (superior e inferior), os barriletes, as bombas e o sistema de tratamento e reuso de água (cisternas) se o projeto for sustentável. Em Santos, a qualidade da água e a alta umidade exigem atenção extra à escolha dos materiais das tubulações e conexões.

Caimento de Pisos, Drenagem de Pluviais e o Tratamento de Esgoto

A drenagem de águas pluviais é um item de extrema importância, devido ao volume de chuvas na região. O executivo detalha a rede de calhas, condutores verticais e caixas de inspeção, garantindo que o caimento das lajes de cobertura e dos pisos externos seja eficiente, direcionando a água para a rede pública de drenagem ou para o sistema de reuso. Internamente, o projeto de piso deve indicar o caimento para ralos e grelhas em áreas molhadas (incluindo o banzo da piscina) para garantir a estanqueidade e evitar acúmulo de água. O sistema de esgoto deve prever a correta ventilação e caixas de gordura/passagem de fácil acesso para manutenção.

Este conjunto de pranchas deve ser rigorosamente coordenado com o projeto estrutural para evitar furos em vigas e o comprometimento da capacidade de carga. O detalhamento do projeto hidrossanitário é o que garante a durabilidade das instalações e a prevenção de patologias comuns em regiões litorâneas, como infiltrações e corrosão.

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