Parâmetros e Técnicas para o Fio de Aço Não Oxidável
A otimização do processo GMAW (MIG/MAG) com o fio alimentador para soldagem GMAW de aço não oxidável é fundamental para alcançar a qualidade máxima de solda com eficiência. O processo exige um controle preciso dos parâmetros de soldagem, que incluem a velocidade de alimentação do fio, a corrente (amperagem) e a tensão (voltagem) do arco. A velocidade de alimentação é o principal fator que controla a corrente de soldagem e, consequentemente, o aporte térmico. Para o consumível trefilado inoxidável, o aporte térmico deve ser cuidadosamente gerenciado para evitar dois defeitos principais: a sensibilização (perda de resistência à corrosão) e a distorção da peça.
Controle do Aporte Térmico e a Técnica de Pulsada
Como o aço não oxidável tem uma condutividade térmica significativamente menor que o aço carbono (o calor se dissipa mais lentamente), o controle do aporte térmico é mais fácil, mas o superaquecimento local é um risco. A soldagem com o eletrodo sólido de liga não corrosiva deve ser realizada o mais rápido possível e com o menor aporte térmico suficiente para garantir a penetração. A técnica de soldagem pulsada é a mais eficaz para este material. A corrente pulsada fornece picos de alta corrente para garantir a transferência estável do metal de adição através do arco (spray transfer), mas com uma corrente de fundo baixa que permite o resfriamento parcial da poça de fusão. Isso resulta em um cordão de solda com melhor aparência, menor distorção e, crucialmente, minimiza o tempo que o metal passa na faixa de temperatura de sensibilização ($450^{\circ}\text{C}$ a $850^{\circ}\text{C}$).
O fio alimentador de alta qualidade é crucial para que a técnica pulsada funcione, pois exige um controle de alimentação suave e uma superfície limpa. O uso de gases de proteção Argônio puro ou misturas de Argônio com pequenos teores de $\text{O}_2$ ou $\text{CO}_2$ (para estabilizar o arco) é padrão. No entanto, o gás ativo (como $\text{O}_2$ ou $\text{CO}_2$) deve ser limitado a baixos percentuais, pois o excesso pode oxidar o cromo no metal de adição para união por arco com gás, prejudicando a resistência à corrosão do depósito. A otimização desses parâmetros permite que o eletrodo sólido de liga não corrosiva seja utilizado para produzir juntas de alta integridade, com mínima degradação da resistência à corrosão e máxima eficiência de produção.
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